A irmã de Marilei, Marinalva Pereira de Souza, também foi acusada de participar do crime. Após a morte, as duas fugiram para Maracaju e se apresentaram à polícia em outubro daquele ano. Elas chegaram a permanecer presas por cerca de 5 meses antes de serem colocadas em liberdade mediante medidas cautelares.
O caso chegou ao Tribunal do Júri em fevereiro de 2023. Marilei e a irmã foram condenadas a 5 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto.
Após a morte de Marilei, a filha de Romildo comentou o assassinato nas redes sociais e relembrou o crime ocorrido em 2016.
“Deus tarda, mas não falha. Exatamente há 10 anos ela matou meu pai. Por isso, Deus tarda, mas não falha”, escreveu.
Marilei foi assassinada na residência onde vivia, no bairro Ilha Bela I, em Maracaju. O autor teria chegado de motocicleta, efetuado os disparos e fugido.
Marilei ainda estava viva quando o marido chegou ao imóvel e a encontrou caída no quintal. Conforme o boletim de ocorrência, ela chegou a pedir para ser colocada na sombra, mas morreu antes da chegada do Corpo de Bombeiros.
A Polícia Civil investiga o homicídio e uma possível ligação com episódios recentes envolvendo o filho de Marilei, preso dias antes em ocorrência relacionada a arma, drogas e uma tentativa de homicídio.



