Suécia goleia Tunísia, ultrapassa Holanda e Japão e assume a liderança do Grupo F

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Estadão – A Suécia assumiu a liderança do Grupo F da Copa do Mundo 2026, neste início de segunda-feira, ao golear a Tunísia, por 5 a 1 , no Estádio BBVA, em Guadalupe, Monterrey. O time sueco chegou aos três pontos, contra um de Holanda e Japão, que empataram horas antes por 2 a 2. Os africanos ficam sem ponto.

Na próxima rodada, holandeses e suecos jogam no próximo sábado, enquanto Japão e Tunísia se enfrentam no domingo, dia 21

Destaque em campo

Os suecos Isak e Gyökeres mostraram que podem levar a Suécia a brigar com condições diante de Japão e Holanda por uma vaga na próxima fase da Copa. Isak, mais móvel, criou várias chances enquanto Gyökeres, com faro de gol, mostrou ser um dos candidatos a artilharia do Mundial.

Suécia goleia Tunísia, ultrapassa Holanda e Japão e assume a liderança do Grupo F. Foto: Sofia Yaker/AP

O jogo

As equipes começaram muito cautelosas. O primeiro lance de área só foi ocorrer aos quatro minutos, com Gyökeres, candidato a destaque sueco na Copa, que chutou cima do travessão, após jogada individual.

O lance motivou os suecos que fora ao ataque e o gol não demorou sair. Aos sete minutos, Isak foi lançado e na disputa com o goleiro, a bola sobrou para Gyökeres, que finalizou na zaga. Ayari, que tem ascendência tunisiana, acertou um forte chute para abrir o placar. Ele não festejou o gol.

A Tunísia optou por uma marcação sem muita pressão na saída de bola da Suécia para ter mais jogadores para armar os contra-ataques. E a tática deu certo, proporcionando boa escapada de Saad pelo meio, mas o lance foi impugnado pelo VAR com impedimento.

A Suécia apresentou uma saída de bola sólida, Os cinco homens de defesa se transformaram em três zagueiros e dois alas bem apertos pelas pontas quando a bola era sueca. O meio de campo teve um trio e o ataque com os habilidosos Isak, e Gyökeres.

Sem muita paciência para trocar passes, a Tunísia procurou definir suas jogadas com rapidez. Se as infiltrações não davam certo, a alternativa imediata eram os cruzamentos para área. Em uma dessas tentativas erradas, a Suécia aproveitou para puxar um contra-ataque.

Aos 30 minutos, Gyökeres lançou Isak na ponta-esquerda. Com rapidez, o atacante carregou a bola por meio campo e bateu cruzado. O goleiro Chamakh foi mal na bola: 2 a 0, Suécia.

Com a vantagem ampliada, a Suécia diminuiu o ritmo e a intensidade na marcação. A Tunísia aproveitou para diminuir a desvantagem da forma que mais tentou na primeira etapa. Bola na área e Rekik, de caveça, fez o primeiro gol africano.

A Suécia sentiu o gol e viu a Tunísia se entusiasmar a ponto de buscar uma pressão nos minutos finais da primeira etapa, deixando uma expectativa de muita disputa nos últimos 45 minutos.

Segundo tempo

E o esperado aconteceu. A Tunísia voltou do vestiário com a intenção de pelo menos buscar o empate e teve a iniciativa, mas falou qualidade para furar a zaga sueca. Já a seleção europeia passou a apostar na habilidade de Isak e no oportunismo de Gyökeres no ataque.

E a dupla teve sucesso aos 14 minutos, quando Skhiri tentou sair jogando, perdeu para Isak, que tocou para Gyökeres marcar o terceiro da Suécia, aos 14 minutos.

O gol desestruturou a Tunísia, enquanto a Suécia voltou a ficar mais com a bola, podendo acionar com maior frequência Isak e Gyökeres, dando a impressão de que uma goleada poderia ser estabelecida.

E ela surgiu aos 42 minutos, com Svanverg, em seu primeiro toque na bola. O auxiliar chegou a marcar impedimento, mas o VAR validou o gol. A Suécia seguiu em cima e conseguiu o quinto gol com Ayari, aos 51.

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