Reinaldo se compromete trabalhar por mais recurso na saúde

Atualizar a tabela SUS, ampliar os recursos federais destinados à saúde e fortalecer hospitais públicos e filantrópicos em todo o país. Essas são algumas das prioridades defendidas por Reinaldo Azambuja, pré-candidato ao Senado, que considera a saúde pública um dos principais desafios sociais enfrentados atualmente pelos brasileiros.

Segundo Reinaldo, a melhoria do atendimento à população passa necessariamente pelo aumento dos investimentos da União no setor, permitindo a contratação de mais profissionais, a realização de mais consultas, exames e cirurgias, além da modernização da estrutura hospitalar em todas as regiões do país. “No Senado, quero trabalhar para fortalecer o financiamento da saúde. Precisamos colocar mais recursos federais para ampliar o atendimento, contratar mais profissionais e oferecer um serviço mais eficiente e humanizado para a população”, afirma.

Reinaldo lembra que o debate sobre a saúde passa também pela revisão do pacto federativo e pela distribuição dos recursos arrecadados no país. Segundo ele, a União concentra cerca de 58% da arrecadação tributária nacional, enquanto estados e municípios, que estão mais próximos da população e executam grande parte dos serviços públicos, enfrentam dificuldades para ampliar os investimentos necessários em áreas essenciais como a saúde.

Estudos recentes sobre o financiamento do SUS mostram que estados e municípios vêm aumentando sua participação no custeio da saúde pública ao longo dos anos, enquanto a participação relativa da União perdeu espaço.  Levantamento de entidades nacionais da área aponta que os municípios já investem, em média, muito acima do mínimo constitucional de 15% de suas receitas em saúde, chegando a superar 23% em diversos casos.

Em 20 anos, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) a contribuição federal caiu de 52% para 40% dos gastos em saúde. Em 2024, municípios destinaram R$ 58 bilhões acima do piso. Os estados também ampliaram seus aportes para garantir o funcionamento da rede pública de atendimento. Especialistas alertam para a necessidade de ampliar a participação federal para assegurar a sustentabilidade financeira do Sistema Único de Saúde.

“A União fica com a maior parte dos impostos arrecadados no Brasil. Precisamos discutir uma participação mais robusta do Governo Federal no financiamento da saúde. Mais recursos significam mais consultas, mais exames, mais cirurgias, mais profissionais e um atendimento melhor para a população”, defende Reinaldo.

Um dos principais problemas enfrentados atualmente pelas unidades de saúde, segundo Reinaldo, é a defasagem da tabela SUS, utilizada pelo Governo Federal para remunerar procedimentos, consultas, exames e internações realizados pelos hospitais credenciados.  “A tabela SUS está há muitos anos defasada. Os valores pagos estão muito abaixo dos custos reais dos atendimentos, o que tem provocado enormes dificuldades para hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil. Precisamos enfrentar esse problema com responsabilidade e buscar soluções permanentes”, afirma Reinaldo.

Na avaliação do pré-candidato ao Senado, a situação tem impactado diretamente o funcionamento de Santas Casas e hospitais filantrópicos, instituições que desempenham papel fundamental na assistência à população e respondem por parcela significativa dos atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde. “São hospitais que atendem milhares de pessoas todos os dias e que, muitas vezes, enfrentam dificuldades para fechar as contas e manter a qualidade dos serviços. Precisamos garantir condições para que continuem cumprindo sua missão de salvar vidas e atender bem a população”, destaca.

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