O parlamentar petista apresentou um projeto de lei na Assembleia Legislativa para corrigir essa injustiça histórica na Rede Estadual de MS. O projeto garante aos convocados: 8 dias de licença por casamento ou luto (igualando aos efetivos). Direito de acompanhar filhos menores ou com deficiência em consultas e tratamentos médicos (sem risco de punição ou perda do contrato). Esse PL não altera regimes jurídicos, mas assegura dignidade e proteção à família. Seguimos firmes na luta pela aprovação.



