MSGÁS: Governança e lucro recorde

Com lucro líquido de R$ 13,4 milhões no primeiro trimestre de 2026, a
companhia foca na transparência da gestão e utiliza recursos próprios para viabilizar
grandes projetos de infraestrutura sustentável no Estado.

Mato Grosso do Sul vive um momento histórico de atração de investimentos e crescimento econômico acima da média nacional.

Acompanhando e impulsionando esse ritmo, a Companhia de Gás Natural de Mato Grosso do Sul (MSGÁS) apresenta um balanço estratégico pautado pela eficiência,transparência absoluta e foco na ampliação de infraestrutura com recursos próprios

No primeiro trimestre de 2026, a distribuidora alcançou a marca de R$ 13,4 milhões de lucro líquido e um EBITDA de aproximadamente R$ 23 milhões. A presidente da MSGÁS, Cristiane Schmidt, detalha como a companhia tem operado para interiorizaro desenvolvimento de forma autossustentável.

“A MSGÁS independe do Tesouro Estadual. Apesar de ser uma empresa estatal de economia mista, a gente tem uma governança muito clara. O Tesouro não coloca um centavo na companhia. Ao contrário, como somos lucrativos, damos dividendos para o Estado”, afirma a executiva, ressaltando o rigor com o dinheiro público e as regras de compliance vigentes. “Somos reconhecidos pela transparência, pela governança
interna e por regras que não permitem decisões isoladas. Ali quem manda é o conselho”.

INTERIORIZAÇÃO: DOURADOS E INOCÊNCIA

Com os caixas saudáveis, a MSGÁS acelera projetos robustos de infraestrutura sem depender de aportes financeiros externos. O destaque do planejamento atual é a construção de 125 quilômetros de rede até julho de 2027 para atender a nova planta da Arauco, em Inocência, e a histórica chegada do gás natural a Dourados ainda esteano, com operação inicial ancorada pela Seara.

Esses grandes projetos industriais — setor que hoje representa cerca de 96% do volume distribuído pela estatal — são as âncoras que viabilizam a expansão contínua da rede. O objetivo da gestão é claro: utilizar a força da indústria para subsidiar a chegada da energia limpa aos lares, hospitais e comércios. “A gente quer que o desenvolvimento econômico chegue a todos de forma igualitária”, pontua Schmidt.

Apenas em Campo Grande, as obras de expansão preveem alcançar mais milunidades consumidoras residenciais e comerciais, além de cinco escolas estaduais.

FUTURO: SUSTENTÁVEL E COMPETITIVO

Preparando o Estado para o futuro, a presidência reafirma seu posicionamento proativo nos debates nacionais sobre a abertura do mercado livre de gás e a integração do biometano aos dutos da companhia, movimento diretamente alinhado à meta do Governo do Estado de ser carbono neutro até 2030. “O biometano é como se fosse o gás natural mais limpo. A molécula é igual e pode transitar normalmente
pela nossa rede”, explica a presidente.

Com uma atuação técnica e estratégica, a MSGÁS reafirma seu compromisso inegociável com os sul-mato-grossenses: transformar cada decisão e cada quilômetro de duto em geração de valor, competitividade e desenvolvimento sustentável para Mato Grosso do Sul.

Claudio Mattioni

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