Trabalho, estudos e deslocamentos abrem espaço par lanches que dispensam preparo e podem ser consumidos em diferentes momentos do dia
Essa praticidade é a base da alimentação “on the go”, expressão em inglês que significa “em movimento”. É a chamada comida de bolso ou para levar: alimentos que podem ser consumidos no trabalho, na faculdade, na academia ou durante uma viagem, sem depender de uma cozinha ou de tempo para o preparo.
As opções proteicas, antes mais associadas ao público esportivo, passam a atender outras ocasiões de consumo, como um lanche durante o expediente ou entre compromissos. E é nesse mercado que se insere o Quick Stick, proteína salgada desenvolvida pela BFB Foods para consumo direto da embalagem. O produto não precisa de refrigeração, preparo, talheres ou aquecimento, características que permitem carregá-lo e consumi-lo em diferentes situações ao longo do dia.
A proposta acompanha uma categoria já consolidada em outros mercados. Nos Estados Unidos, por exemplo, produtos à base de carne prontos para consumo fazem parte há décadas das opções encontradas em lojas de conveniência e supermercados. No Brasil, a categoria começa a ganhar espaço entre as alternativas para quem busca conciliar alimentação e pouco tempo disponível.
Para a diretora da BFB Foods, Ana Gabriele Becker, a possibilidade de transportar o produto sem refrigeração amplia as ocasiões de consumo do Quick Stick. Além das atividades físicas, ele pode acompanhar deslocamentos, viagens, períodos de estudo e jornadas de trabalho, como uma opção de lanche que dispensa preparação.
“Essa tendência reforça uma transformação no conceito de conveniência. Mais do que consumir rapidamente, a alimentação ‘on the go’ passa a responder a um consumidor que procura produtos fáceis de transportar, simples de consumir e compatíveis com diferentes momentos da rotina”, afirma.



