Campo Grande vive um momento decisivo para a causa animal. Recentemente, em fevereiro de 2026, a Justiça determinou que a Prefeitura implemente, no prazo de 180 dias, um abrigo público municipal para acolher animais vítimas de abandono e maus-tratos. A decisão também exige um sistema de registro e microchipagem para cães e gatos, visando o controle populacional e a responsabilização de tutores.
O vereador veterinnário Francisco Gonçalves (Federaação União Progressista) parabenizou o Ministério Público, sem deixar de demonstrar uma certa preocupação…. acompanhe abaixo o que disse Francisco co plenário da Camara.
Onde Encontrar e Como Ajudar (Rede de Apoio Atual)
Enquanto o abrigo público é estruturado, a rede de proteção da capital sobrevive graças ao trabalho incansável de ONGs e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
Centro de Controle de Zoonoses (CCZ): Localizado na Av. Sen. Filinto Müller, 1601, o CCZ é o principal órgão de saúde pública que atua na castração gratuita e na promoção de feiras de adoção.
Serviços: Vacinação, castração de felinos e feiras de adoção responsável.
Os Desafios dos Protetores
A matéria deve destacar que a maioria dos abrigos privados em Campo Grande opera acima da capacidade. Os principais gargalos são:
Custos com Veterinário e Ração: O tratamento de animais resgatados com leishmaniose ou traumas de atropelamento gera dívidas constantes nas clínicas parceiras.
Falta de Espaço Físico: Muitos protetores transformam as próprias casas em “lares temporários”, aguardando a adoção definitiva. [Petz +1
Guia do Cidadão: O Que Fazer?
Para Adotar: Visite o CCZ ou acompanhe as redes sociais de ONGs como a AmiCat’s (focada em felinos) para conhecer os pets disponíveis.
Para Denunciar Maus-Tratos: O contato oficial é o telefone do CCZ: (67) 3313-5000 ou (67) 3313-5001.
Para Doar: Além de dinheiro, os abrigos precisam de ração, produtos de limpeza, cobertores e jornais.



