A jornada da cura vai muito além dos protocolos clínicos; ela exige uma “receita” especial composta por fé inabalável, bom humor constante e uma confiança absoluta naqueles que conduzem o tratamento.

Neste cenário, a equipe médica assume um papel celestial, agindo como verdadeiros anjos da guarda que dedicam conhecimento e empatia para transformar o medo em esperança.
No topo dessa hierarquia de cuidado, a liderança é atribuída a Deus, a força maior que guia cada decisão técnica e sustenta o espírito de quem enfrenta a batalha contra a enfermidade.
Luciana personifica essa força. Ao receber o diagnóstico de câncer há alguns meses, sua reação foi imediata e cirúrgica, resumindo sua postura em uma única e poderosa afirmação: “Deus é maior!“.
Essa declaração não foi apenas um desabafo, mas uma espécie de previsão do desfecho positivo, demonstrando que ela já vislumbrava a vitória muito antes do fim do tratamento.

Além de sua fé, Luciana conta com o apoio vital de seu esposo, Everaldo José, de sua família, amigos e da empresa onde trabalha, somados à excelência dos Hospitais de Amor e Alfredo Abrão, referências na cura e no tratamento humanizado



