Gazeta Esportiva – Gabigol foi oficialmente apresentado como jogador do Santos nesta segunda-feira, no Salão de Mármore da Vila Belmiro. O atacante, que chega por empréstimo do Cruzeiro, não escondeu a sua felicidade de voltar para o clube que o revelou e entende que esse era o momento certo.
“Estar em casa é muito bom, ter a família por perto. Ver todo mundo feliz. Eu me sinto feliz vendo eles felizes. Poder voltar para o meu time do coração é muito bom. Me sinto feliz. É praticamente ir para o colo da sua mãe. Na minha cabeça esse é o momento certo. Espero poder ajudar e corresponder. Sou um Menino da Vila”, disse.
“Sempre esteve na minha cabeça voltar para casa. Desde meus 8 anos jogo no Santos. Tudo começou em casa. Rafaela falou para eu voltar e meus pais também. Iria acontecer em algum momento. Não esperava que seria assim. Quando chegou até mim, não tive dúvida que era momento e hora certa de voltar para casa”, completou.
O jogador de 29 anos, que também já defendeu Inter de Milão, Benfica e Flamengo, onde teve uma passagem vitoriosa, não vê o retorno para o Santos como um “passo para trás”, pelo contrário.
“Se o passo atrás é voltar para o maior time da Terra…Não tem passo para trás melhor do que esse. O tanto de ídolo que o Santos tem, a torcida, o estádio onde o Rei jogou, praticamente o único time que joga com uma coroa. Não vejo assim (passo para trás). Vejo como uma história. Sempre foi assim, a mídia contra o Santos e nós demos a volta por cima”, analisou.
Menino da Vila
Nascido em São Bernardo do Campo, Gabriel Barbosa foi descoberto pelo lendário Zito ainda no futsal e chegou às divisões de base do Santos aos oito anos, em 2004. Torcedor confesso do Alvinegro Praiano, o atacante fez sua estreia profissional em 2013.
Ao longo de suas passagens pelo clube, entre 2013 e 2016, e depois em 2018, Gabigol acumulou 210 partidas, marcando 84 gols e distribuindo 13 assistências.
“É um recomeço. Em 2018 fomos muito felizes, apesar de não ter alcançado os objetivos. Não pude ficar, não foi uma escolha minha. Me vejo muito bem, mais velho. Sempre é muito bom me sentir em casa. Em BH, apesar de ser uma cidade boa, é diferente. Estar em casa é diferente. Estou muito feliz e animado”, contou.
“Essa eu nunca tirei, sempre usei, sempre foi a camisa que meu pai colocou em mim. Sempre que podia usava. Essa camisa é especial para mim. Voltar para casa é um sentimento especial. Saber que todo mundo está torcendo e feliz por você é muito importante. É uma realização. Estou muito feliz. Muito feliz de estar em casa”, ampliou.




