A verdade é simples: votamos a anistia parcial porque o cenário político não permitiu a anistia total e irrestrita, mas o Brasil não podia esperar mais.
Milhares de famílias estavam sendo destruídas por condenações desproporcionais, decisões arbitrárias e um processo marcado por excessos do STF. Mais de 140 brasileiros ainda permanecem presos, e centenas cumprem penas injustas, longe de suas casas.
Diante desse quadro, construímos o único caminho possível para aliviar o sofrimento dos injustiçados:
a dosimetria, uma anistia parcial que reduz penas, corrige distorções e permite que muitos reencontrem suas famílias ainda neste Natal.
Essa solução nasceu de um acordo articulado com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e amplamente debatida com toda a Oposição, que resistiu à obstrução da esquerda durante toda a madrugada.
Foi uma decisão responsável, coerente e necessária. Não era o ideal. Mas era o que a realidade permitia, e era o que o povo precisava agora.
Seguimos lutando pela justiça plena, pela liberdade e pelo fim das arbitrariedades.
A dosimetria é apenas o começo. A história ainda será corrigida.




