O programa CNH Social foi criado em 2021, durante o governo de Reinaldo Azambuja, com o objetivo de ampliar o acesso à Carteira Nacional de Habilitação e, ao mesmo tempo, ajudar a reduzir os impactos econômicos provocados pela pandemia. Ao longo dos anos, a iniciativa se tornou também uma importante ferramenta para ampliar oportunidades de trabalho e gerar mais autonomia para milhares de sul-mato-grossenses.
Aos 63 anos, Eliane Marilia Guimarães é um exemplo de como a oportunidade pode transformar uma história de vida. Ela cresceu em uma fazenda e aprendeu a dirigir ainda jovem, quando precisou assumir o volante de um trator. “O tratorista não apareceu e eu fui dirigir e aprendi”, conta.
Apesar de saber dirigir, Eliane passou boa parte da vida sem conseguir tirar a carteira de habilitação. O sonho foi adiado diversas vezes porque outras prioridades falaram mais alto. Primeiro, precisou cuidar dos pais, que enfrentavam problemas de saúde. “Eu tentei várias vezes, mas muitas vezes, por causa dos meus pais que estavam doentes, eu abandonava”, relembra. Mais tarde, já mãe solo, Eliane precisou concentrar seus esforços na criação dos filhos e nas necessidades da família. A habilitação continuou sendo um sonho, mas ficou em segundo plano diante das dificuldades da vida.
Além dos desafios financeiros, Eliane também enfrentava uma condição que, com o passar do tempo, afetou a mobilidade da perna direita. Para conseguir realizar o sonho, ela precisava de atendimento adaptado durante as aulas de direção. Foi pela televisão que descobriu a existência da CNH Social. A neta fez a inscrição e, por meio do programa, Eliane se tornou a primeira pessoa com deficiência (PCD) habilitada pelo programa. “Um dia eu estava sentada e vi passar na televisão. Minha neta entrou e eu falei: ‘faz a minha inscrição aí. Se tiver de ser, será’. Aí deu certo”, relembra.
A conquista representa muito mais do que a possibilidade de dirigir legalmente. Para Eliane, significa finalmente realizar um sonho que foi adiado por décadas e que só se tornou possível porque ela encontrou uma oportunidade que cabia na sua realidade financeira. “Estou sem palavras. Eu tinha força de vontade de tirar, mas não tinha condições de pagar”, afirma.
OPORTUNIDADE PARA QUEM MAIS PRECISA – A história de Eliane se soma à de milhares de pessoas beneficiadas pela CNH Social em Mato Grosso do Sul. No último ano do governo de Reinaldo Azambuja, cerca de 5 mil sul-mato-grossenses foram contemplados pelo programa, que possibilitou o acesso gratuito à habilitação para pessoas que não teriam condições de arcar com os custos do processo.
A iniciativa integrou um conjunto de políticas sociais implementadas durante a gestão de Reinaldo, ao lado de programas como o Mais Social e o Energia Social: Conta de Luz Zero, criados com a proposta de ampliar a proteção às famílias de menor renda e reduzir os impactos da pandemia.
Para Reinaldo, histórias como a de Eliane mostram que uma política pública pode ir muito além de um benefício financeiro e abrir portas para novas oportunidades. “Quando a gente criou a CNH Social, nosso objetivo era muito claro: ajudar quem tinha o sonho de tirar a carteira de habilitação, mas não tinha condições financeiras para pagar. A história da dona Eliane mostra exatamente a importância de uma política pública como essa. Não é apenas uma carteira de motorista. É autonomia, é dignidade e, muitas vezes, uma oportunidade de conseguir um emprego e melhorar a vida da família”, disse.
No Senado, Reinaldo (PL 222) quer continuar trabalhando para que programas que transformam a vida das pessoas tenham cada vez mais força. “Precisamos olhar para quem mais precisa, criar oportunidades e garantir que o dinheiro público seja usado para melhorar a vida das pessoas. Foi assim que trabalhamos em Mato Grosso do Sul e é assim que quero continuar trabalhando pelo nosso Estado e pelo Brasil”, concluiu o candidato.




