Entender, na prática, como funciona a coleta de materiais recicláveis e a logística necessária para sua destinação foi o foco da terceira reunião do Grupo de Trabalho responsável pela estruturação e implementação do Programa Lixo Zero no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Realizado na tarde desta quarta-feira, dia 9 de setembro, o encontro contou com representantes da Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Materiais Recicláveis Novo Horizonte.
A troca de experiências com a cooperativa ajudou a esclarecer aspectos operacionais e logísticos, bem como os procedimentos necessários para uma futura contratação destinada ao recolhimento dos resíduos recicláveis produzidos pelo Tribunal. A medida considera recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre a participação de associações de catadores nesse serviço.
Instituído em julho pela Portaria nº 3.321, o Grupo de Trabalho é responsável por coordenar estudos técnicos e preparar as medidas necessárias à futura implantação do Programa Lixo Zero no TJMS. Entre as atribuições estão a definição do modelo de governança, dos indicadores de monitoramento e da destinação ambientalmente adequada dos resíduos, além da coordenação de um projeto-piloto.
O trabalho do grupo prevê ainda a elaboração de propostas e de um relatório técnico com recomendações para a implantação do Programa Lixo Zero no Judiciário sul-mato-grossense. As ações são orientadas pela redução da geração de resíduos, reutilização, reciclagem e educação ambiental, princípios que deverão nortear a consolidação de práticas mais sustentáveis no TJMS.
Participaram da reunião o diretor de Planejamento do TJMS, Altair Soares; a coordenadora de Gestão Sustentável e Acessibilidade, Tayana Munhoz; e o coordenador de Serviços Gerais, Eduardo Tenório Júnior. O encontro reuniu ainda a presidente da Cooperativa Novo Horizonte, Hirlaine Fuliotto, e a supervisora de produção Maria Stela Cardoso Pereira, além do gestor ambiental do Hospital São Julião, Bruno Maddalena, e do chefe da Seção de Sustentabilidade e Acessibilidade do TRT da 24ª Região, Mateus Cominetti.



