“Indústria precisa de estimulo para crescer”, diz Reinaldo

Falando dos investimentos industriais que Mato Grosso do Sul recebeu nos últimos anos, que somam mais de R$ 80 bilhões, o ex-governador Reinaldo Azambuja, pré-candidato ao Senado, disse que o mesmo deve acontecer com a indústria nacional para voltar a crescer e gerar novas oportunidades de empregos.

Além dos juros elevados e da falta de infraestrutura logística competitiva, a indústria brasileira sofre com a baixa qualificação de mão de obra que reduz a produtividade do trabalhador brasileiro. “É preciso olhar o setor com atenção e criar as condições necessárias para o crescimento”, afirmou, ressaltando que enquanto o Brasil cresceu 222% nos últimos 30 anos, MS avançou mais de 486%.   

Durante seus oito anos de governo, Mato Grosso do Sul viveu um forte processo de industrialização, com mais de R$ 70 bilhões em investimentos privados atraídos para diversas regiões do Estado, consolidando cadeias produtivas ligadas à celulose, bioenergia, proteína animal, agroindústria e logística.

Para Reinaldo, esse avanço não ocorreu por acaso, mas sim pela combinação de gestão eficiente, responsabilidade fiscal, segurança jurídica, infraestrutura e políticas de incentivo voltadas à geração de empregos e agregação de valor à produção local.

“O que fizemos em Mato Grosso do Sul mostra que o Brasil pode voltar a crescer de forma sólida, industrializando sua produção, gerando empregos e criando oportunidades. Não existe desenvolvimento forte sem indústria forte”, afirma.

Segundo ele, Mato Grosso do Sul deixou de ser apenas exportador de matéria-prima para se tornar um estado capaz de industrializar parte significativa de sua produção agrícola e florestal, atraindo algumas das maiores plantas industriais do mundo, como Suzano e Arauco no setor de celulose, além de gigantes do etanol de milho, como Inpasa e NewMille.

“Quando assumimos o governo, o desafio era preparar Mato Grosso do Sul para competir nacional e internacionalmente. Fizemos isso com equilíbrio fiscal, desburocratização, incentivos inteligentes e investimentos pesados em infraestrutura. O resultado foi geração de emprego, aumento de renda e crescimento econômico em todas as regiões do Estado”, destaca.

Reinaldo avalia que o Brasil precisa adotar uma política nacional mais moderna e eficiente de fortalecimento da indústria, especialmente da agroindustrialização, agregando valor àquilo que o país já produz com excelência no campo.

“O Brasil não pode continuar exportando apenas matéria-prima e importando produtos industrializados. Precisamos transformar nossa riqueza em empregos, tecnologia, inovação e renda dentro do próprio país. Foi isso que buscamos em Mato Grosso do Sul e é isso que quero defender no Senado”, afirma.

O ex-governador também defende a simplificação tributária, a redução da burocracia, segurança jurídica para investidores e ampliação de investimentos em logística como pilares fundamentais para fortalecer o setor industrial brasileiro.

“Quem produz no Brasil enfrenta carga tributária pesada, insegurança jurídica e excesso de burocracia. No Senado, vamos defender um ambiente econômico mais competitivo, que estimule investimentos e permita que o setor produtivo cresça”, argumenta.

“Cada indústria que chega movimenta toda uma cadeia econômica. Gera emprego direto e indireto, aquece o comércio, fortalece os municípios e cria oportunidades para os jovens permanecerem em suas cidades com dignidade e renda”, ressalta.

Para o pré-candidato, a experiência acumulada em Mato Grosso do Sul contribui para que sua atuação em Brasília seja forte e concreta na defesa do desenvolvimento nacional.

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