
A sexta-feira, 27 de novembro, ficou marcada pela transformação da expectativa em profunda dor para uma família campo-grandense. Na noitedo dia anterior, 26, Monike de Oliveira Corrêa dos Santos deu entrada na Maternidade Cândido Mariano, acompanhada pelo marido, Pedro Augusto Vieira dos Santos, após entrar em trabalho de parto.
Segundo relato da família, a definição médica sobre a realização de parto normal ou cesariana levou cerca de 16 horas. A demora na tomada de decisão teria provocado sofrimento fetal, resultando no nascimento de Olivia em . A recém-nascida não resistiu.
O caso gerou comoção e reacendeu o debate sobre protocolos de atendimento obstétrico na rede de saúde da Capital. Familiares pedem apuração rigorosa das circunstâncias que envolveram o parto e reforçam que o episódio não pode se repetir.

Diante da tragédia, o vereador Veterinário Francisco Gonçalves (Federação União Progressista) anunciou a apresentação de uma proposta para fortalecer práticas de parto humanizado no município. A iniciativa visa garantir maior segurança às gestantes e aos bebês, especialmente em situações que exigem decisões rápidas e baseadas em evidências.
O parlamentar defende que a humanização do parto, com equipes qualificadas e protocolos claros, é essencial para prevenir desfechos graves e assegurar um atendimento digno e eficiente às famílias campo-grandenses.




